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Q7858 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife
Um comerciante comprou um lote de 20 produtos iguais por R$ 3.000,00. Cada produto, será vendido com aumento de 20% sobre o preço unitário. Após ter vendido metade dos produtos do lote comprado, ele concedeu um desconto de 10% sobre o preço de venda. com essa estratégia, vendeu todos os outros produtos.

O lucro que ele obteve com a venda de todas as unidades é igual a

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Q7857 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife
Em uma sala comercial, o ar condicionado consome 800 watts por hora, sabendo que nessa semana o aparelho foi utilizado por 44 horas, o custo do consumo total de energia, considerando R$ 0,001 o valor do watt-hora da região, foi igual a

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Q7856 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife
Ana planejou uma viagem de carro. O consumo médio do seu veículo é de 12 km/litro de gasolina. No primeiro dia, ela iniciou a viagem com o tanque cheio e percorreu 360 km. Ao final do dia, ela repôs o combustível gasto em um posto com o preço da gasolina a R$ 6,40 o litro. No segundo dia, iniciou a viagem com o tanque cheio e percorreu 288 km. Ao final do segundo dia, ela repôs o combustível gasto em um posto que vendia a gasolina a R$ 5,80 o litro.

O valor que Ana gastou de combustível nos dois dias foi igual a

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Q7855 Língua Portuguesa › Crase

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.

Quando fui __________ biblioteca pública da cidade, pus-me _________ procurar pelo livro _________ o professor falara.

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Q7854 Língua Portuguesa › Sintaxe

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância.

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Q7853 Língua Portuguesa › Morfologia

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Em “Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas...” (1o parágrafo), o adjetivo úteis, em destaque, está no grau superlativo.

Assinale a alternativa em que se apresentam corretamente o adjetivo e sua forma superlativa.

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Q7852 Língua Portuguesa › Pronomes

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Em “... pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora” (1o parágrafo), o trecho em destaque pode ser substituído, em conformidade com a norma padrão de emprego e colocação dos pronomes, por

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Q7851 Língua Portuguesa › Pontuação

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as vírgulas foram empregadas para separar os termos de uma enumeração.

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Q7850 Língua Portuguesa › Sinônimos e antônimos

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Em “... bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica...” (3o parágrafo), as palavras destacadas possuem como sinônimos, respectivamente:

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Q7849 Língua Portuguesa › Compreensão e Interpretação de Textos

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que está de acordo com a opinião de Roberto Calasso a respeito das bibliotecas.

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