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Q7848 Língua Portuguesa › Compreensão e Interpretação de Textos

2025 VUNESP Prefeitura de Sertãozinho - SP Almoxarife

Leia o texto para responder à questão.



Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos.


Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

No início do texto, o autor faz uma distinção entre pessoas bibliófilas e pessoas acumuladoras, a qual se fundamenta no fato de que

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Q7845 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Todas as 360 salas de um prédio comercial, recém-construído, foram disponibilizadas para aluguel a partir do mês de março. Ao término de maio, a razão do número de salas não alugadas para o número de salas alugadas era igual a 2/7.

Qual era o número de salas ainda não alugadas ao término de maio?

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Q7844 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Um fiscal visitou determinado número de estabelecimentos em 3 dias. No primeiro dia, ele visitou 40% do número total de estabelecimentos. No segundo dia, visitou 2 estabelecimentos a menos do que o número de estabelecimentos visitados no primeiro dia; no terceiro dia, visitou os últimos 5 estabelecimentos.

Qual foi o número de estabelecimentos visitados no segundo dia?

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Q7843 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
No estoque de uma loja, há 400 lâmpadas azuis e 648 lâmpadas vermelhas. Todas essas lâmpadas serão colocadas em caixas, cada caixa com o mesmo número de lâmpadas de uma única cor, de modo que esse número seja o maior possível.

O número de caixas com lâmpadas vermelhas supera o número de caixas com lâmpadas azuis em

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Q7842 Matemática › Aritmética

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Uma empresa possui uma frota com determinado número de veículos, dos quais 1/6 são caminhonetes. Entre os demais veículos, 2/5 são motos e os outros 24 são carros de passeio.

Qual é o número de motos dessa frota?

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Q7841 Língua Portuguesa › Crase

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.

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Q7840 Língua Portuguesa › Morfologia

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Em “Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração...” (3º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de

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Q7839 Língua Portuguesa › Funções da palavra QUE

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída por “os quais”, em conformidade com a norma-padrão.

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Q7838 Língua Portuguesa › Compreensão e Interpretação de Textos

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que os macacos-pregos

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Q7837 Língua Portuguesa › Compreensão e Interpretação de Textos

2025 VUNESP Prefeitura de Itatiba - SP Técnico de Enfermagem
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
De acordo com o texto, os arqueólogos

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