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Determinada ação foi realizada em três dias distintos, sendo, no primeiro dia, realizada das 9h25 às 17h40; no segundo, realizada das 8h15 às 15h50; e no terceiro dia, realizada das 10h29 às 16h15. Supondo-se que a realização dessa ação pudesse ser efetuada em três dias, mas com igual período de tempo em cada dia, sem prejuízo qualquer, o período de tempo, por dia, seria de
Em um relatório, um policial militar precisa registrar, em metros quadrados, a área de 0,05 km2 de uma região plana que foi delimitada para a realização de uma perícia. O correto registro para essa medida é
Considere a seguinte informação apresentada em um portal de notícias on-line:
Somente 3 em cada 10 domicílios na cidade de São Paulo ficam próximos de estações do metrô ou trem.
(Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/02/07/ so-3-em-cada-10-domicilios-na-cidade-de-sp-ficamproximos-de-estacoes-de-metro-e-trem.ghtml. Adaptado)
Admita que o estudo realizado tenha considerado que “ficam próximos de estações do metrô ou trem” apenas os domicílios da cidade de São Paulo com 1 km ou menos de distância de uma estação de metrô ou de trem. Se 3,5 milhões de domicílios da cidade de São Paulo ficam a mais de 1 km de distância de uma estação de metrô ou de trem, então tal estudo estima o número de domicílios na referida cidade em
Somente 3 em cada 10 domicílios na cidade de São Paulo ficam próximos de estações do metrô ou trem.
(Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/02/07/ so-3-em-cada-10-domicilios-na-cidade-de-sp-ficamproximos-de-estacoes-de-metro-e-trem.ghtml. Adaptado)
Admita que o estudo realizado tenha considerado que “ficam próximos de estações do metrô ou trem” apenas os domicílios da cidade de São Paulo com 1 km ou menos de distância de uma estação de metrô ou de trem. Se 3,5 milhões de domicílios da cidade de São Paulo ficam a mais de 1 km de distância de uma estação de metrô ou de trem, então tal estudo estima o número de domicílios na referida cidade em
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
O uso do acento indicativo da crase atende à norma-padrão em:
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Considere as reescritas de informações do texto:
• A população brasileira já tem consciência _______________ o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue.
• O governo não estava atento _______________ necessidades de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes.
• A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Portanto, os governos nas esferas federal, estadual e municipal devem manter o zelo _______________ condições de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
• A população brasileira já tem consciência _______________ o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue.
• O governo não estava atento _______________ necessidades de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes.
• A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Portanto, os governos nas esferas federal, estadual e municipal devem manter o zelo _______________ condições de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário. (4º parágrafo) – e – Segundo especialistas, o pior ainda está por vir. (6º parágrafo) –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Há termo(s) empregado(s) em sentido figurado em:
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
O último parágrafo do texto permite concluir corretamente que
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Os numerais empregados no primeiro e no terceiro parágrafos do texto têm a função de
Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Os dois parágrafos iniciais do texto deixam claro que a dengue