Questões de concursos 2009

57 questões de provas de 2009 para resolver grátis, com gabarito e comentários.

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Q7896 | Informática > Planilhas Eletrônicas

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
Outro técnico do Ministério Público recebeu a incumbência
de elaborar um modelo padrão de tabela na planilha eletrônica
MS Excel 2007, que será identificada por Tabela Padrão. A tabela
terá uma única página de largura e poderá ter várias páginas
de altura, cujo tamanho do papel = A4 e orientação da folha
= Paisagem. As margens Superior = 3 cm, Inferior = 2 cm,
Esquerda = 2 cm e Direita = 2 cm. As distâncias das bordas do
papel para o Cabeçalho e para o Rodapé são de 1 cm. No cabeçalho
deverá conter a logomarca, à esquerda, o nome da
Instituição, no centro, e o nome Tabela Padrão, à direita. No
rodapé deverá conter a data de elaboração do documento (automática
do computador), à esquerda, o nome do técnico, no
centro, e o número da página (automático pelo computador), à
direita. A primeira linha e a primeira coluna da planilha deverão
ser repetidas em todas as páginas impressas. Cada célula da
primeira linha da planilha será um título centralizado da coluna,
composto de duas palavras maiúsculas, cada palavra é um
parágrafo na célula. A planilha será composta de 10 colunas, de
largura 12 em cada coluna, centralizadas horizontalmente.
Todas as células preenchidas deverão conter todas as bordas
finas.
O rodapé da planilha conterá:

I. a data de elaboração do documento (automática do computador) à esquerda, se em Personalizar rodapé, na Seção da esquerda for adicionada a função &[Data].

II. o nome do técnico, no centro, se em Personalizar rodapé, na Seção central for digitado o nome do técnico.

III. o número da página (automático pelo computador) à direita, se em Personalizar rodapé, na Seção da direita for adicionada a função &[Página].

Está correto o que se afirma em:

Q7895 | Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
A força das narrativas

Heródoto conta uma pequena história, da qual se pode
aprender muito: "Quando o rei egípcio Psamênito foi vencido e
caiu prisioneiro do rei dos Persas, Câmbises, este resolveu humilhá-
lo. Ordenou que colocassem Psamênito na rua por onde
passaria o triunfo persa e fez com que o prisioneiro visse passar
a filha em vestes de escrava enquanto se dirigia ao poço com
um balde na mão. Enquanto todos os egípcios elevavam prantos
e gritos àquela visão, só Psamênito permaneceu mudo e
imóvel, com os olhos pregados no chão; e quando, pouco depois,
viu o filho conduzido à morte no cortejo, permaneceu
igualmente impassível. Mas quando viu passar entre os prisioneiros
um de seus servos, um homem velho e empobrecido,
golpeou a cabeça com as mãos e mostrou todos os sinais da
mais profunda dor."

A situação fica aberta à nossa interpretação. Por que
teria chorado o rei Psamênito? Algumas respostas: chorou porque
a visão do velho servidor foi a gota d´água que fez transbordar
o cálice, depois de ter assistido ao sofrimento de seus
entes mais caros; chorou porque o velho servidor, testemunha
de sua infância e da existência de seus pais e avós, era um elo
que unia e confirmava a geração real; chorou porque a princesa
poderia tramar nos bastidores a seu favor; o príncipe poderia
articular uma revolta e libertar sua mãe e suas irmãs, mas ao
velho servidor já não restavam forças, sendo portanto inútil e
cruel sua humilhação.

As narrativas mais expressivas não se esgotam em si
mesmas, expandem-se com a força de sementes, por um tempo
indefinido. Por que terá chorado o rei Psamênito?

(Adaptado de Ecléa Bosi, Lembranças de velhos)






Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1º parágrafo, o termo impassível tem seu sentido ratificado no emprego da expressão sinais da mais profunda dor.

II. No 2º parágrafo, o segmento gota d´água que fez transbordar o cálice indica o acréscimo de uma dor que tornou insuportáveis as anteriores.

III. No 3º parágrafo, o segmento não se esgotam em si mesmas pode ser traduzido pelo vocábulo inexcedíveis.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em

Q7894 | Língua Portuguesa > Morfologia

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
Velhos e modernos

Pode-se assistir a mais de um comercial na TV em que
se explora a imagem de "velhinhas modernas", ou seja, senhoras
idosas que falam gíria de surfista, dominam a linguagem dos
computadores ou denunciam com malícia juvenil a atitude
conservadora de algum jovem. Tais velhinhas em geral surgem
vestidas à antiga - o que ressalta ainda mais a inesperada
demonstração de "modernidade" de que são capazes.
Certo, não há mesmo por que identificar a velhice com
estagnação da vida, asilo e melancolia. Mas por que identificála
com o seu contrário? Isso equivale a sair de um estereótipo
para cair em outro: em vez de se passar a imagem de uma
pessoa acomodada e incapaz, resignada numa cadeira de
balanço ou num sofá, busca-se a imagem padrão do adolescente
para "salvar" a velhice de seus limites naturais. Parece
que a dificuldade está em aceitar as qualidades que são
efetivamente próprias de uma pessoa já bastante vivida: experiência,
sabedoria, maturação, generosidade, capacidade de
compreensão. Tais atributos parecem estar em baixa na
cotação do mercado publicitário: jovens vendem, e velhos
podem vender se forem tão ou mais "modernos" do que os
jovens. O resultado, como não poderia deixar de ser, é uma
caricatura: a vovó fala palavrões que escandalizam a adolescente,
a vovó é mais maliciosa que a neta. Em suma: o melhor
de viver bastante é poder chegar à velhice exatamente como
aquele que está começando a viver...

Antes de se classificar tais comerciais como tolos,
melhor será pensar na razão mesma de existirem. Não foram
criados a partir do nada: correspondem a uma supervalorização
da juventude, que é um fenômeno do nosso tempo. Desde que
se descobriu que as crianças e os adolescentes constituem uma
fatia considerável do consumo, investe-se muito na conquista
desse público - o que significa potenciar os valores que nele se
representam. Já os aposentados não terão tão grande atrativo.
Como se vê, a cultura moderna incorpora cada vez mais
drasticamente as qualidades que ao mercado interessa ressaltar.
A velhice passa a não ter rosto: colocaram-lhe a máscara
risonha de um jovem deslumbrado.

(Horácio Valongo dos Reis, inédito)






Os dois segmentos destacados constituem, respectivamente, um efeito e sua causa na seguinte frase:

I. Isso equivale a sair de um estereótipo // para cair em outro.

II. (...) a vovó fala palavrões // que escandalizam a adolescente.

III. A velhice passa a não ter rosto: // colocaram-lhe a máscara risonha de um jovem deslumbrado.

Atende ao enunciado SOMENTE o que está em

Q2160 | Direito Processual Penal > Ação Penal

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo Questão desatualizada
Nos crimes relativos à violência doméstica ou familiar contra a mulher, cujas ações penais sejam condicionadas à representação da ofendida,

Q2159 | Direito Processual Penal > Da Prisão e da Liberdade Provisória

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
Denomina-se flagrante impróprio ou quase-flagrante a prisão de quem

Q2158 | Direito Processual Penal > Inquérito Policial

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
O inquérito policial no caso de ação penal pública incondicionada

Q2157 | Direito Processual Penal > Princípios fundamentais do direito processual penal

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
O princípio constitucional que assegura ao acusado o direito de ampla defesa, em processo em que seja assegurada a igualdade das partes, denomina-se princípio

Q2156 | Direito Penal > Classificação dos crimes

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
Quando o tipo penal exige para a consumação do delito a produção de um dano efetivo, o crime é

Q2155 | Direito Penal > Tipicidade penal

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
Há tentativa punível quando o agente

Q2154 | Direito Penal > Tipicidade penal

2009 | FCC | MPE - AP | Técnico Administrativo
No tocante à culpa, considere:

I. Conduta arriscada, caracterizada pela intempestividade, precipitação, insensatez ou imoderação.

II. Falta de capacidade, despreparo ou insuficiência de conhecimentos técnicos para o exercício de arte, profissão ou ofício.

III. Displicência, falta de precaução, indiferença do agente, que, podendo adotar as cautelas necessárias, não o faz.

As situações descritas caracterizam, respectivamente, a

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