Questões da banca Faroeste (inéditas)
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Q14311 | Atualidades do mercado financeiro > Dinheiro na Era Digital: Blockchain, Bitcoin e Criptomoedas
Desde fevereiro de 2026, com a entrada em vigor da Resolução BCB nº 521/2025, a compra, a venda e a troca de stablecoins referenciadas em moeda fiduciária passaram a integrar o mercado de câmbio brasileiro.
Em 2026, a nomenclatura oficial adotada pelo FSB para o setor voltou a ser "shadow banking", expressão que substituiu a de intermediação financeira não bancária por ser considerada mais precisa.
Em 2026, a preocupação dos reguladores globais com o setor não bancário decorre de seu isolamento em relação aos bancos, que não mantêm exposições relevantes a essas entidades.
Em 2026, as plataformas de finanças descentralizadas (DeFi) já se encontram integralmente incorporadas ao perímetro regulatório, tendo deixado de compor a fronteira da intermediação financeira não bancária.
Em 2026, o monitoramento anual da intermediação financeira não bancária realizado pelo FSB abrange 29 jurisdições, das quais o Brasil não faz parte.
Em 2026, a resposta regulatória global ao avanço da intermediação não bancária tem privilegiado o monitoramento do setor e a incorporação de atividades ao perímetro regulado, em vez da proibição de sua atuação.
Em 2026, o acompanhamento da intermediação financeira não bancária no Brasil é feito pelo Banco Central, que trata do tema em seu Relatório de Estabilidade Financeira.
Em 2026, o crédito privado preocupa os reguladores da intermediação financeira não bancária justamente por combinar expansão acelerada com escassez de dados disponíveis à supervisão.
Em 2026, a alavancagem das entidades financeiras não bancárias permanece entre as principais preocupações da agenda regulatória global, tendo sido objeto de recomendações divulgadas pelo FSB em 2025.
Como parte do aperto regulatório de 2025–2026, o Banco Central encerrou o sandbox regulatório, por considerar a flexibilização temporária de regras incompatível com a nova fase de supervisão intensiva.