Questões de concursos 2025
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É crime, expressamente previsto no “caput” combinadocom o inciso IV do art. 293 do CP, falsificar cautelade penhor emitida por entidade de direito público. Nahipótese de o documento de cautela ser legitimamentecancelado pela entidade, mediante a aposição de umcarimbo, a conduta do sujeito que suprime tal carimbo,visando a uma nova utilização da cautela de penhor, é
Considere as informações:
• Estigma por mulheres asiáticas que pedemdivórcio
(https://www.terra.com.br/noticias, 31.08.2025. Adaptado.)
• Quando, a energia elétrica caiu em praticamente todaa Península Ibérica, em Madri, era meio-dia e .O que se seguiu a partir daí foi o que se espera emsituações como essa: caos.
(https://www.nexojornal.com.br, 30.04.2025. Adaptado.)
• NASA trouxe para Terra gramas de um tipode asteroide que “pode ter acelerado o surgimentoda vida”
(https://expresso.pt/sociedade/ciencia, 27.09.2023. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas das frasesdevem ser preenchidas, respectivamente, com:
• Estigma por mulheres asiáticas que pedemdivórcio
(https://www.terra.com.br/noticias, 31.08.2025. Adaptado.)
• Quando, a energia elétrica caiu em praticamente todaa Península Ibérica, em Madri, era meio-dia e .O que se seguiu a partir daí foi o que se espera emsituações como essa: caos.
(https://www.nexojornal.com.br, 30.04.2025. Adaptado.)
• NASA trouxe para Terra gramas de um tipode asteroide que “pode ter acelerado o surgimentoda vida”
(https://expresso.pt/sociedade/ciencia, 27.09.2023. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas das frasesdevem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder à questão.
Passaporte da cultura
Ao lado dos brasileiros, o povo mais musical que tive oprivilégio de conhecer são os cabo-verdianos. O amor incondicional que nutrem pelo país e pelos seus ritmos não temparalelo. Um amor libertador, que não precisa possuir parase validar. Um amor não exigente, mas que se faz presentena língua que todos aprendem a falar desde o berço — oumelhor, a declamar e a cantar desde o ventre. Não é exagero:todos os cabo-verdianos que conheço são poetas.
Embora se reconheça Cesária Évora como sendo a vozque revelou a alma do arquipélago, existe nas montanhaslongínquas do interior de Santiago um gênero que já sofreraos seus desafios de silenciamento. Uma música catártica,crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram eaprenderam a reivindicar a sua herança africana. A músicacontinua a ser o passaporte da cultura cabo-verdiana nomundo. Está presente em todos os momentos marcantes dahistória do país, e é por meio dela que as memórias ancestrais são catalogadas e transportadas para o futuro.
Um dos músicos mais celebrados da nação é OrlandoPantera, um cometa que viveu na terra por escassos 33 anos.Não gravou nenhum álbum, morreu no dia em que iniciaria,em Paris, as gravações do disco que confirmaria aquilo queos habitantes da ilha de Santiago já sabiam: era um gênio.E um dos poucos que conseguiu transportar para a canção osentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmose desejos.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa: Crônicas.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
• ... mas que se faz presente na língua que todos aprendem a falar desde o berço — ou melhor, a declamar e acantar desde o ventre. (1o parágrafo)
• ... morreu no dia em que iniciaria, em Paris, as gravações do disco... (3o parágrafo)
As vírgulas empregadas nas passagens transcritas apresentam o mesmo motivo de emprego, respectivamente,nas expressões destacadas em:
• ... mas que se faz presente na língua que todos aprendem a falar desde o berço — ou melhor, a declamar e acantar desde o ventre. (1o parágrafo)
• ... morreu no dia em que iniciaria, em Paris, as gravações do disco... (3o parágrafo)
As vírgulas empregadas nas passagens transcritas apresentam o mesmo motivo de emprego, respectivamente,nas expressões destacadas em:
Leia o texto para responder à questão.
Passaporte da cultura
Ao lado dos brasileiros, o povo mais musical que tive oprivilégio de conhecer são os cabo-verdianos. O amor incondicional que nutrem pelo país e pelos seus ritmos não temparalelo. Um amor libertador, que não precisa possuir parase validar. Um amor não exigente, mas que se faz presentena língua que todos aprendem a falar desde o berço — oumelhor, a declamar e a cantar desde o ventre. Não é exagero:todos os cabo-verdianos que conheço são poetas.
Embora se reconheça Cesária Évora como sendo a vozque revelou a alma do arquipélago, existe nas montanhaslongínquas do interior de Santiago um gênero que já sofreraos seus desafios de silenciamento. Uma música catártica,crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram eaprenderam a reivindicar a sua herança africana. A músicacontinua a ser o passaporte da cultura cabo-verdiana nomundo. Está presente em todos os momentos marcantes dahistória do país, e é por meio dela que as memórias ancestrais são catalogadas e transportadas para o futuro.
Um dos músicos mais celebrados da nação é OrlandoPantera, um cometa que viveu na terra por escassos 33 anos.Não gravou nenhum álbum, morreu no dia em que iniciaria,em Paris, as gravações do disco que confirmaria aquilo queos habitantes da ilha de Santiago já sabiam: era um gênio.E um dos poucos que conseguiu transportar para a canção osentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmose desejos.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa: Crônicas.2023. Adaptado)
A concordância verbal está em conformidade com anorma-padrão em:
Leia o texto para responder à questão.
Passaporte da cultura
Ao lado dos brasileiros, o povo mais musical que tive oprivilégio de conhecer são os cabo-verdianos. O amor incondicional que nutrem pelo país e pelos seus ritmos não temparalelo. Um amor libertador, que não precisa possuir parase validar. Um amor não exigente, mas que se faz presentena língua que todos aprendem a falar desde o berço — oumelhor, a declamar e a cantar desde o ventre. Não é exagero:todos os cabo-verdianos que conheço são poetas.
Embora se reconheça Cesária Évora como sendo a vozque revelou a alma do arquipélago, existe nas montanhaslongínquas do interior de Santiago um gênero que já sofreraos seus desafios de silenciamento. Uma música catártica,crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram eaprenderam a reivindicar a sua herança africana. A músicacontinua a ser o passaporte da cultura cabo-verdiana nomundo. Está presente em todos os momentos marcantes dahistória do país, e é por meio dela que as memórias ancestrais são catalogadas e transportadas para o futuro.
Um dos músicos mais celebrados da nação é OrlandoPantera, um cometa que viveu na terra por escassos 33 anos.Não gravou nenhum álbum, morreu no dia em que iniciaria,em Paris, as gravações do disco que confirmaria aquilo queos habitantes da ilha de Santiago já sabiam: era um gênio.E um dos poucos que conseguiu transportar para a canção osentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmose desejos.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa: Crônicas.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
• O amor incondicional que nutrem pelo país e pelosseus ritmos não tem paralelo. (1o parágrafo)
• Uma música catártica, crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram e aprenderam a reivindicar a sua herança africana. (2o parágrafo)
• E um dos poucos que conseguiu transportar para acanção o sentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmos e desejos. (3o parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
• O amor incondicional que nutrem pelo país e pelosseus ritmos não tem paralelo. (1o parágrafo)
• Uma música catártica, crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram e aprenderam a reivindicar a sua herança africana. (2o parágrafo)
• E um dos poucos que conseguiu transportar para acanção o sentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmos e desejos. (3o parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Leia o texto para responder à questão.
Passaporte da cultura
Ao lado dos brasileiros, o povo mais musical que tive oprivilégio de conhecer são os cabo-verdianos. O amor incondicional que nutrem pelo país e pelos seus ritmos não temparalelo. Um amor libertador, que não precisa possuir parase validar. Um amor não exigente, mas que se faz presentena língua que todos aprendem a falar desde o berço — oumelhor, a declamar e a cantar desde o ventre. Não é exagero:todos os cabo-verdianos que conheço são poetas.
Embora se reconheça Cesária Évora como sendo a vozque revelou a alma do arquipélago, existe nas montanhaslongínquas do interior de Santiago um gênero que já sofreraos seus desafios de silenciamento. Uma música catártica,crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram eaprenderam a reivindicar a sua herança africana. A músicacontinua a ser o passaporte da cultura cabo-verdiana nomundo. Está presente em todos os momentos marcantes dahistória do país, e é por meio dela que as memórias ancestrais são catalogadas e transportadas para o futuro.
Um dos músicos mais celebrados da nação é OrlandoPantera, um cometa que viveu na terra por escassos 33 anos.Não gravou nenhum álbum, morreu no dia em que iniciaria,em Paris, as gravações do disco que confirmaria aquilo queos habitantes da ilha de Santiago já sabiam: era um gênio.E um dos poucos que conseguiu transportar para a canção osentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmose desejos.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa: Crônicas.2023. Adaptado)
Identifica-se termo empregado em sentido figurado,destacado em negrito, na passagem:
Leia o texto para responder à questão.
Passaporte da cultura
Ao lado dos brasileiros, o povo mais musical que tive oprivilégio de conhecer são os cabo-verdianos. O amor incondicional que nutrem pelo país e pelos seus ritmos não temparalelo. Um amor libertador, que não precisa possuir parase validar. Um amor não exigente, mas que se faz presentena língua que todos aprendem a falar desde o berço — oumelhor, a declamar e a cantar desde o ventre. Não é exagero:todos os cabo-verdianos que conheço são poetas.
Embora se reconheça Cesária Évora como sendo a vozque revelou a alma do arquipélago, existe nas montanhaslongínquas do interior de Santiago um gênero que já sofreraos seus desafios de silenciamento. Uma música catártica,crua e negra com a qual gerações novas se reconciliaram eaprenderam a reivindicar a sua herança africana. A músicacontinua a ser o passaporte da cultura cabo-verdiana nomundo. Está presente em todos os momentos marcantes dahistória do país, e é por meio dela que as memórias ancestrais são catalogadas e transportadas para o futuro.
Um dos músicos mais celebrados da nação é OrlandoPantera, um cometa que viveu na terra por escassos 33 anos.Não gravou nenhum álbum, morreu no dia em que iniciaria,em Paris, as gravações do disco que confirmaria aquilo queos habitantes da ilha de Santiago já sabiam: era um gênio.E um dos poucos que conseguiu transportar para a canção osentir das gentes dos campos, os esquecidos, os seus ritmose desejos.
(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa: Crônicas.2023. Adaptado)
Da perspectiva apresentada pelo cronista, conclui-secorretamente que
Leia o texto para responder à questão.
Epidemia de violência de gênero tem de ser contida
Com a realização do Agosto Lilás, o Brasil dedicou ummês para desenvolver campanhas de conscientização e combate à violência contra a mulher, celebrando a Lei Maria daPenha. Mas, infelizmente, a realidade cruel que envolve essetipo de crime se mostra implacável e, em meio aos eventos,a divulgação do Mapa Nacional da Violência de Gênero comprova que ainda há muito a ser feito.
Divulgados na última semana, números organizadosa partir de dados extraídos do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que o país apresentou média de quatrofeminicídios e 187 estupros de mulheres por dia no primeirosemestre de 2025. O levantamento detalha, ainda, que 718mulheres morreram em razão do gênero de janeiro a junhodeste ano, conforme os registros de ocorrências. O bárbarodiagnóstico expõe a falha nos mecanismos de proteção eescancara a gravidade desse contexto.
Um recorte mais amplo mostra que, desde a criaçãoda Lei do Feminicídio, em 2015, o Brasil contabilizou 12.380vítimas desse crime, e a média de quatro homicídios por diase repete há cinco anos. Esse roteiro de horror permanenteprecisa ser interrompido. É urgente que sejam adotadasmedidas para melhorar a articulação para o enfrentamentoda violência de gênero.
As estatísticas assustadoras não podem ser consideradas de interesse apenas da parcela da população que diariamente está na mira dos abusos domésticos e dos ataquesnas ruas. E o tema não pode continuar sendo tratado comoalgo da esfera da moral e particular. Acabar com a violênciacontra as mulheres é uma responsabilidade da gestão pública e precisa ser encarada como prioridade.
A sociedade brasileira não pode aceitar que o país setransforme, cada vez mais, em um território de perigo parameninas e mulheres. Essa epidemia de violência precisa sercontida, e o Estado, o Judiciário e as forças de segurança,especialmente as polícias especializadas, têm que executarações de forma conjunta diante do quadro alarmante.
O abuso sexual, a morte e a agressão por gênero nãopodem fazer parte do cotidiano nacional. As políticas públicasprecisam amparar as mulheres presas em relacionamentosviolentos, oferecendo a elas a certeza de que há caminholonge desse horror.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,01.09.2025. Adaptado)
Há uma relação de consequência e causa, nessa ordem,explicitada na passagem:
Leia o texto para responder à questão.
Epidemia de violência de gênero tem de ser contida
Com a realização do Agosto Lilás, o Brasil dedicou ummês para desenvolver campanhas de conscientização e combate à violência contra a mulher, celebrando a Lei Maria daPenha. Mas, infelizmente, a realidade cruel que envolve essetipo de crime se mostra implacável e, em meio aos eventos,a divulgação do Mapa Nacional da Violência de Gênero comprova que ainda há muito a ser feito.
Divulgados na última semana, números organizadosa partir de dados extraídos do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que o país apresentou média de quatrofeminicídios e 187 estupros de mulheres por dia no primeirosemestre de 2025. O levantamento detalha, ainda, que 718mulheres morreram em razão do gênero de janeiro a junhodeste ano, conforme os registros de ocorrências. O bárbarodiagnóstico expõe a falha nos mecanismos de proteção eescancara a gravidade desse contexto.
Um recorte mais amplo mostra que, desde a criaçãoda Lei do Feminicídio, em 2015, o Brasil contabilizou 12.380vítimas desse crime, e a média de quatro homicídios por diase repete há cinco anos. Esse roteiro de horror permanenteprecisa ser interrompido. É urgente que sejam adotadasmedidas para melhorar a articulação para o enfrentamentoda violência de gênero.
As estatísticas assustadoras não podem ser consideradas de interesse apenas da parcela da população que diariamente está na mira dos abusos domésticos e dos ataquesnas ruas. E o tema não pode continuar sendo tratado comoalgo da esfera da moral e particular. Acabar com a violênciacontra as mulheres é uma responsabilidade da gestão pública e precisa ser encarada como prioridade.
A sociedade brasileira não pode aceitar que o país setransforme, cada vez mais, em um território de perigo parameninas e mulheres. Essa epidemia de violência precisa sercontida, e o Estado, o Judiciário e as forças de segurança,especialmente as polícias especializadas, têm que executarações de forma conjunta diante do quadro alarmante.
O abuso sexual, a morte e a agressão por gênero nãopodem fazer parte do cotidiano nacional. As políticas públicasprecisam amparar as mulheres presas em relacionamentosviolentos, oferecendo a elas a certeza de que há caminholonge desse horror.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,01.09.2025. Adaptado)
Com a realização do Agosto Lilás, o Brasil dedicou ummês para desenvolver campanhas de conscientização ecombate à violência contra a mulher, celebrando a LeiMaria da Penha. Mas, infelizmente, a realidade cruel queenvolve esse tipo de crime se mostra implacável e, emmeio aos eventos, a divulgação do Mapa Nacional daViolência de Gênero comprova que ainda há muito a serfeito. (1o parágrafo)
Os termos “Com”, “para”, “Mas” e “e” estabelecem, corretae respectivamente, relações de sentido de:
Os termos “Com”, “para”, “Mas” e “e” estabelecem, corretae respectivamente, relações de sentido de:
Leia o texto para responder à questão.
Epidemia de violência de gênero tem de ser contida
Com a realização do Agosto Lilás, o Brasil dedicou ummês para desenvolver campanhas de conscientização e combate à violência contra a mulher, celebrando a Lei Maria daPenha. Mas, infelizmente, a realidade cruel que envolve essetipo de crime se mostra implacável e, em meio aos eventos,a divulgação do Mapa Nacional da Violência de Gênero comprova que ainda há muito a ser feito.
Divulgados na última semana, números organizadosa partir de dados extraídos do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que o país apresentou média de quatrofeminicídios e 187 estupros de mulheres por dia no primeirosemestre de 2025. O levantamento detalha, ainda, que 718mulheres morreram em razão do gênero de janeiro a junhodeste ano, conforme os registros de ocorrências. O bárbarodiagnóstico expõe a falha nos mecanismos de proteção eescancara a gravidade desse contexto.
Um recorte mais amplo mostra que, desde a criaçãoda Lei do Feminicídio, em 2015, o Brasil contabilizou 12.380vítimas desse crime, e a média de quatro homicídios por diase repete há cinco anos. Esse roteiro de horror permanenteprecisa ser interrompido. É urgente que sejam adotadasmedidas para melhorar a articulação para o enfrentamentoda violência de gênero.
As estatísticas assustadoras não podem ser consideradas de interesse apenas da parcela da população que diariamente está na mira dos abusos domésticos e dos ataquesnas ruas. E o tema não pode continuar sendo tratado comoalgo da esfera da moral e particular. Acabar com a violênciacontra as mulheres é uma responsabilidade da gestão pública e precisa ser encarada como prioridade.
A sociedade brasileira não pode aceitar que o país setransforme, cada vez mais, em um território de perigo parameninas e mulheres. Essa epidemia de violência precisa sercontida, e o Estado, o Judiciário e as forças de segurança,especialmente as polícias especializadas, têm que executarações de forma conjunta diante do quadro alarmante.
O abuso sexual, a morte e a agressão por gênero nãopodem fazer parte do cotidiano nacional. As políticas públicasprecisam amparar as mulheres presas em relacionamentosviolentos, oferecendo a elas a certeza de que há caminholonge desse horror.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,01.09.2025. Adaptado)
Na oração do 1o parágrafo “... a realidade cruel queenvolve esse tipo de crime se mostra implacável...”,o termo destacado é antônimo de