Questões da banca Faroeste (inéditas)
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A exigência de imparcialidade do julgador no processo penal constitui desdobramento das garantias constitucionais do devido processo legal e do juiz natural.
Na década de 2020, a transformação digital do trabalho bancário tem-se traduzido no reforço das funções de caixa e de retaguarda, em detrimento das atividades ligadas a dados, tecnologia e consultoria.
A crescente dependência do sistema financeiro em relação a provedores de computação em nuvem e a outros prestadores críticos de tecnologia converte a resiliência dessas empresas em questão de interesse sistêmico.
Os efeitos de rede e a acumulação de dados característicos das finanças digitais tendem a pulverizar o mercado entre pequenos provedores, reduzindo o risco de concentração no sistema financeiro.
Com o fortalecimento da segurança da infraestrutura tecnológica dos bancos, as fraudes financeiras no Brasil passaram a concentrar-se na invasão técnica direta dos sistemas centrais das instituições.
Em 2026, parcela da população brasileira, como idosos, pessoas de baixa renda e moradores de áreas sem conectividade, ainda depende do dinheiro em espécie e do atendimento presencial, o que mantém a inclusão digital como desafio aberto da transformação financeira.
Entre 2013 e 2024, a atuação regulatória no sistema financeiro brasileiro caracterizou-se pela elevação progressiva das barreiras de entrada, de modo a reservar o mercado às instituições já estabelecidas.
O endurecimento regulatório iniciado em 2025 no sistema financeiro brasileiro, com elevação de capital mínimo, autorização obrigatória e regras mais rígidas de cibersegurança, veio como resposta a incidentes e fraudes que expuseram vulnerabilidades do ciclo anterior de crescimento acelerado.
Para conciliar inovação, ética e proteção ao consumidor, o Banco Central editou, ainda em 2025, regulamentação específica sobre o uso responsável de inteligência artificial pelas instituições financeiras.
Em 2026, o uso de inteligência artificial pelos bancos brasileiros, já consolidado em aplicações como análise de crédito e chatbots, avança para a hiperpersonalização de serviços, com os agentes autônomos apontados como estágio seguinte.